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Aventuras no Centro de Saúde - 2.º A
Publicado em   08 jan 2015

Disciplina de Português  -   Alunos do 2.º A





Era sexta-feira, dia 9 de agosto. Tinha chegado o dia de ir ao Centro de Saúde tomar a vacina do tétano.
Enquanto tomávamos o pequeno-almoço, o meu cão, Simba, entrou para o carro pela porta que eu tinha deixado aberta. Enroscou-se no tapete e lá ficou até entrarmos todos. Durante a viagem, fiz sinal ao Simba para não fazer barulho. Quando chegámos ao Centro de Saúde, uma enfermeira veio falar com os meus pais. Mandou-nos entrar para uma sala e esperar. O telemóvel da minha mãe tocou e ela saiu para atender.
Como estava nervoso, deu-me vontade de ir à casa de banho e fui sem dizer nada a ninguém. Quando tentei abrir a porta para sair, estava trancada e ninguém sabia de mim. Lembrei-me de chamar o Simba porque ele é bom a farejar. Ele entrou no Centro e pôs-se a ladrar à porta da casa de banho. Os meus pais nem queriam acreditar quando o viram e lá abriram a porta.
Depois do susto que apanhei, já nem custou nada levar a vacina. Fiquei protegido contra o tétano e com um puxão de orelhas por não ter avisado onde ia!

Mário Silva, 2.º A


Numa bonita manhã de outono, fui ao Centro de Saúde. O sol brilhava e as árvores tinham belas folhas de todas as cores, de tons esverdeados, amarelados e até avermelhados.
Quando lá cheguei, vi toda a gente a correr apavorada. Todos passavam por mim aos gritos e eu não percebia porquê. Quando olhei por uma janela que estava aberta, reparei que uma grande tempestade se tinha abatido sobre o edifício. Chovia torrencialmente e os raios caíam do céu. Foi então que percebi o que se passava: pela janela aberta tinha entrado uma enorme abelha mutante, que queria picar toda a gente com o seu enorme ferrão, que media mais de um metro. Decidi usar o meu apontador de ?laser? para ver se conseguia afugentar a abelha. Rapidamente percebi que a minha arma era eficaz. A abelha começou a fugir e voou a toda a velocidade pela janela, em direção ao seu planeta longínquo.
Mas, afinal, tudo não tinha passado de um sonho! Eu estava ainda no meu quarto e ia, nesse dia, levar uma vacina?

Pedro Mazeda, 2.º A



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